quarta-feira, 16 de abril de 2008

A gata do "taiko" de Assis

Quem sabe onde fica Assis ?
Por favor...mostre me a direção
Pois certo estou que ali...
Alguèm que nunca vi ...
Foi quem roubou meu coração

De voz suave e encantadora
Essa adoràvel professora...è fera no Taekondo
Não sei onde fica Assis...se perto ou longe daqui
Seja onde for eu vou
Chegou sem "eira nem beira"
Carinhosa à sua maneira...e assim de brincadeira...
Fez de mim alguem feliz
Foi tudo em questão de semanas...
Onde estarà Luciana...
A gata do "taiko" de Assis?

Sentimento Morto

O que fazer pra te provar que estou mudado...
Arrependido de todo mal que te fiz?
Que meus erros enterrei no passado
Pois no presente...sò quero te ver feliz.?

Tentei fugir...
Mas todos os caminhos me levam a você
Tentei fingir...
Mas não consigo te esquecer
Se eu mentir...
Como posso reagir ao clamor do coração?
Que por ti implora
E me devora os sentimentos...
Que triste...chora...
E as làgrimas queimam peito adentro


Como acalmar esse sofrido coração...
Se não sou eu...e sim você...que não me quer?
Como tentar viver outra relação...
Se ele se tranca...e não aceita outra mulher.?
Tentei beber...mas no fulgor da embriaguês
A tua imagem em toda face se refez
E sò serviu para aumentar meu sofrimento
Tentei me entregar...mas todo inìcio era um Adeus
Não tinha o toque ...nem o sabor dos beijos teus
A mim restaram os lamentos

O que era orgulho...hoje chamo de saudade
Vim, na verdade, te pedir uma nova chance
Quero provar que jà cai na realidade
E não sou mais aquele canalha de antes

È a quinta carta ...que você não respondeu
Como pude deixar isso acontecer?
Serà que todo o sentimento jà morreu?
Ou serà eu...quem jà não existe pra você?



Doce Veneno

È bem capaz do violão sentir ciùmes
Dessas curvas...tão perfeitas e torneadas
Tù ès a essência da fragrância do perfume
Tua beleza deixa a lua envergonhada

Quando te iras...teu semblante
Reflete a aura que te encobre feito vèu
Se venenosa, morreria em teu veneno
E certamente acordaria là no cèu

Ante o destino sou menino inconstante
Um peregrino...em busca do arpoador
Solto na vida...forasteiro...meliante
Sempre caindo nas armadilhas do amor